REVIEWS DO ÁLBUM

O álbum Soundscape of Emotions vem recebendo muitas críticas positivas da imprensa especializada! Confira abaixo alguns dos comentários, e clique nos links para ler as resenhas completas.

“Destaque para os riffs e solos de Alexandre Silveira e os vocais de Roberto Gutierrez, que esbanjam técnica e feeling”
All The Bangers - Junho de 2008

“Fiquei impressionado com a qualidade desta banda. Lançamento de primeiro mundo!”
AleMetalPesado - Maio de 2008

“Sentimentos... é esta a palavra que define sua música, derrubando a necessidade de rotulá-la”
Whiplash! - Abril de 2008

“As dez faixas se sustentam com indisfarçável solidez. Quem aprecia Dream Theater, Pain of Salvation e Symphony X possivelmente vai curtir com a mesma intensidade”
Rock Brigade - Março de 2008

“Este é um trabalho que certamente chamará a atenção de muitos fãs mundo afora”
Roadie Crew - Fevereiro de 2008

“Mesclam de forma elegante, inteligente e inventiva, o melhor do Heavy Metal com o Rock Progessivo. Dentro dos lançamentos nacionais, é o melhor do ano”
Rock Underground - Janeiro de 2008

“As ‘intromissões’ dos violões tornam o clima das músicas ainda mais agradável. A banda faz muito bem o que se propõe”
O Martelo - Dezembro de 2007


All The Bangers
Junho de 2008

Por Neto Santos
Publicada originalmente no site All The Bangers

“A banda de Rock Progressivo, Hollowmind, que significa ‘mente vazia’, foi formada no ano de 1993 por Roberto Gutierrez e Alexandre Silveira , mas 3 anos depois, encerrou suas atividades e somente em 2002, a banda, ou melhor, a dupla, retorna a ativa e anos depois, lança seu debut, intitulado, ‘Soundscape Of Emotions’.

Com excelente produção gráfica, a cargo de Gustavo Sazes, a bolachinha vem em embalagem digipack, muito caprichada e profissional. A parte sonora não fica para trás, pois a produção é ótima, mostra com clareza todos os instrumentos, com destaque para os riffs e solos de Alexandre Silveira e os vocais de Roberto Gutierrez, que esbanjam técnica e feeling, ao longo das 10 músicas, divididas em pouco mais de 69 minutos.

‘Soundscape Of Emotions’, possui letras que transmitem diversos sentimentos, uma mescla perfeita do peso do Metal, com partes mais técnicas e melodiosas. Indicado para os amantes do estilo.”



AleMetalPesado
Maio de 2008

Por Alexandre Melim Rissi
Publicada originalmente no blog alemetalpesado

“O que posso dizer?
MEU DEUS!!! O que é isto?
Sem exageros! Este Soundscape of Emotions é do caralho! Metal anos 80 na veia, sem frescura, eu ouvia este cd e me lembrava daqueles tempos, espero de coração que eles continuem assim. Tem aquele ar de Metal clássico tipo Saxon, Accept, Helloween (da época do EP Judas e do Walls of Jericho), Judas Priest, Rage, mas por outro lado também não deixa de soar atual. Gostei de todas faixas. Não há necessidade de destacar nenhuma, são todas excelentes. Desde a abertura ‘Cry’ até a ‘Fleeing Soul’ é do mais puro Heavy Metal! Não é à toa que a banda já existia desde 1993, mas foram muitas mudanças e ela veio a se firmar agora, realmente fiquei impressionado com a qualidade desta banda. Quem for daquela época do Vinil, que a gente ia na galeria comprar discos e depois ficava em casa ouvindo sem tirar o olho da capa e do encarte (o época boa que não volta mais!!!), pode comprar sem medo de ser feliz! Parabens Die Hard por mais este lançamento de 1° mundo!”



Whiplash!
Abril de 2008

Por Ben Ami Scopinho
Publicada originalmente no site Whiplash!

“A dupla finalizou as composições e entrou em estúdio para registrar seu álbum de estréia, longo processo que foi de 2004 a 2006, cuja produção, gravação e mixagem ficaram ao encargo de Udo Stramm, na própria capital paulista. E somente no final de 2007 é que chega ao público o fruto de tanto trabalho: ‘Soundscape Of Emotions’, cujo acabamento é tão caprichado que a Die Hard Records não perdeu tempo, assinou com a banda e liberou esta belíssima versão em digipack.

São 10 faixas relativamente longas, onde o próprio Hollowmind diz investir em uma sonoridade que mescla o peso do Heavy Metal e a musicalidade do Rock Progressivo clássico, influenciada por Iron Maiden, Rush e Megadeth. As referências são válidas e de respeito, mas o grande lance aqui é que as mesmas são exploradas com bom senso e sensibilidade, longe de causar aquele conhecido sentimento de ‘deja-vu’ meio forçado no ouvinte.

São várias mudanças de andamento cujas transições são bem suaves; e até mesmo Roberto, com sua voz de timbre simples, sabiamente não se arrisca além do necessário e acaba soando de forma extremamente agradável. Vale mencionar que a bateria é seqüenciada, pois foi somente ao término das gravações que a formação se completou como um verdadeiro power trio, com a entrada do baterista Felipe Gomes.

Participam do CD os convidados José Cardillo (Eterna, Abstract Shadows), Kadu Averbach (Wizards), entre alguns outros. No que diz respeito às letras, o álbum foi concebido como uma pequena trilha sonora dos diversos sentimentos humanos. Sentimentos... é esta a palavra que define sua música, derrubando a necessidade de rotulá-la – basta dizer que é um álbum de Heavy Metal um tanto quanto peculiar e repleto de elegância. Muito bom!

Nota: 9/10”



Rock Brigade
Março de 2008

Por Ricardo Franzin
Publicada originalmente na revista Rock Brigade

“A primeira coisa que chama a atenção nesse trabalho do Hollowmind é a apresentação. Como de costume, a Die Hard caprichou na embalagem do disco, que vem adornado em um digipack muito bonito, que valoriza sobremaneira o produto e faz com que tenhamos mais uma vez certeza da seriedade do selo, que não possui no catálogo centenas de títulos, é verdade, mas quando lança alguma coisa, a gente sabe que vai ter qualidade.

A audição confirma essa expectativa de qualidade, ainda que o álbum demande algumas ouvidas antes de começar a, de fato, ‘entrar’ na cabeça do ouvinte. Pode-se dizer que o estilo do Hollowmind é basicamente o prog metal, mas com incursões mais ou menos recorrentes ao metal melódico e também ao hard rock. As músicas possuem várias passagens diferentes, inúmeras variações e, por isso, demoram para que a gente comece a entendê-las. Por um lado, isso demonstra que se trata de um trabalho dotado de profundidade, o que é uma característica altamente positiva, mas, por outro, pode ser que afaste os ouvintes chegados num som mais direto e de certa forma instintivo.

De qualquer maneira, as dez faixas se sustentam com indisfarçável solidez e quem aprecia bandas de metal mais progressivas, como Dream Theater, Pain of Salvation, Symphony X e outras nessa linha possivelmente venham a curtir ‘Soundscape of Emotions’ com a mesma intensidade. Não que o conjunto se assemelhe demasiadamente a qualquer uma dessas três formações, mas é por esse lado mais técnico e rebuscado que envereda sua música. Portanto, é entre os fãs das mesmas que ela naturalmente encontrará sua base de seguidores.

Nota: 7,5/10”



Roadie Crew
Fevereiro de 2008

Por Ricardo Campos
Publicada originalmente na revista Roadie Crew

“Apesar do início da história desta banda paulista datar de 1993 é apenas agora, quase quinze anos depois, que é lançado o álbum de estréia, ‘Soundscape of Emotions’. O fato é que os integrantes no trabalho, Roberto Gutierrez (vocal e baixo) e Alexandre Silveira (guitarra), foram persistentes e finalmente fazem público um conjunto de dez composições muito interessantes, que mesclam o Prog Metal ao Heavy Metal tradicional. Sim, apesar de um clima geral que segue aquela linha mais Dream Theater e cia., nos deparamos com um trabalho de guitarra que remete bastante para aqueles agradáveis timbres, solos e riffs de bandas como Iron Maiden e Dio, ainda sobrando espaço para influências do Angra, principalmente dos primeiros álbuns. Não podemos deixar também de ressaltar a parte técnica e criativa de Roberto e Alexandre, que brilham ao lado dos convidados especiais Vanessa Cosentino (vocal), Kadu Averbach (violão de 12 cordas) e José Cardillo (teclado), que aparecem em determinadas faixas. Este é um trabalho que certamente chamará a atenção de muitos fãs mundo afora e trará bons frutos ao Hollowmind.

Nota: 7/10”



Rock Underground
Janeiro de 2008

Por Rodrigo Sanches
Publicada originalmente no site Rock Underground

“A capa de Soundscape Of Emotions já impressiona. Linda! A produção gráfica (arte by Gustavo Sazes - Dr. Sin, Eterna, Hargos, Ancesttral) é matadora, e tudo isso no formato digipack, já nos faz olhar para este CD com um carinho especial. O Hollowmind é paulistano e debuta logo de cara pela Die Hard, a gravadora que mais aposta no Metal Nacional. A banda (pasmem) é um trio, formado por Roberto Gutierrez (baixo e vocal), Alexandre Silveira (guitarra) e Felipe Gomes (bateria), e eles mesclam de forma elegante, inteligente e inventiva, o melhor do Heavy Metal com o Rock Progessivo. Preferimos dizer isso que simplesmente dizer que são Prog Metal, devia a sua peculiaridade em sua música. Soundscape Of Emotions foi produzido por Udo Stramm e tem dez faixas. A temática de Soundscape Of Emotions é de diversos sentimentos humanos, numa espécie de Metal psicológico, tão usado em banda de Prog Metal, fazendo do CD, além de técnico, bem sombrio. O disco já estréia com vários músicos convidados de importância, como José Cardillo (Eterna e Abstract Shadows) e Kadu Averbach (Wizards), entre outros. A arte do digipack ficou a cargo do renomado Gustavo Sazes (Dr. Sin, Eterna, Hargos, Ancesttral). Musicalmente, sem destaques individuais, apenas a dizer que estamos diante de um grande disco e para mim, dentro dos lançamentos nacionais, é o melhor de 2008.

Nota: 8,5/10”



O Martelo
Dezembro de 2007

Por Carlos "Vândalo" Lopes
Publicada originalmente no site O Martelo

“Uma introdução dedilhada e um solo melódico inauguram o CD encartado em um digipack azulado. Uma sucessão de arpejos, graças a Deus, é tocada em um andamento não acelerado. Influências de Iron Maiden e Angra estão aqui e ali, mas de uma maneira não acintosa. A segunda faixa, com o vocal do baixista Roberto Gutierrez, mostra que a banda escolheu simplesmente tocar Metal nem muito melódico nem excessivamente porrada. As ‘intromissões’ dos violões tornam o clima das músicas ainda mais agradável, ajuda bastante a timbragem correta. Sempre digo que não espero criatividade deste estilo - condição essa que pode ser encarada como crime por muitos - mas a banda (na verdade uma dupla e convidados) faz muito bem o que se propõe.”